Para escrever, Joanne usava o tempo em que sua filha recém-nascida dormia, além disso, recorria ao seguro-desemprego para sustentar-se e precisou resistir a alguns “nãos” antes que seu livro fosse finalmente aceito no meio editorial. O uso de iniciais foi sugerido pelos editores temendo que “meninos não iriam ler um livro escrito por uma mulher”.
A organização encabeça o projeto Donas da Rua, que leva o empoderamento para meninas, e a trajetória da escritora certamente poderá servir como inspiração para muitas delas!

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