“Continue
a nadar, continue a nadar” até encontrar uma concha roxa ou sentir uma areia
fofinha. A nova produção da Pixar/Disney
levou diversos adultos para o cinema onde possam relembrar um pouco do mundo de
baixo d’água com Procurando Dory, o
filme que explica muitas coisas e podemos considerar como um spin off de Procurando Nemo.
O
filme mostra Dory, na aventurar de encontrar seus pais, vale ressaltar eu esse
filme é sobre a peixinha azul, sendo que Marlin e Nemo (Procurando Nemo) se
tornam coadjuvantes, com ótimas cenas, mas extremamente curtas se formos
analisar com Dory e Hank, o polvo
desconfiado, que aparece na produção com ótimas piadas (preste atenção nelas, sério!).
Grandes
momentos são feitos nos flashbacks e
as epifanias que a personagem tem durante todo filme (que emocionam!), pois é neles que encontramos os pais de Dory e até
mesmo ela quando era criança, com seus olhos esbugalhados e desde pequena, já percebiam
como ela é esquecida e distraída com tudo.
Para
mostrar o passado e o presente, os personagens Hank, Destiny e Bailey são
utilizamos. Juntos mantem a personagem no presente, mesmo quando ela se perde
em seus pensamentos, além de mostrar como vão se sair da nova enrascada.
Durante
todo o filme encontramos diversos pontos nostálgicos (somos da geração do baleiês!) e é impossível não ficar triste, sentir
medo e alegria no final. O filme foi produzido para quem mal conhece o Nemo,
mas traz aquela mensagem para quem foi a busca do peixe palhaço em 2003, da
mesma maneira de “Divertidamente”.
Não
podemos deixar de citar que é triste ler “FIM” quando chega os créditos e
claro, imaginar que talvez não veremos os peixes mais famosos dos sete mares,
tão cedo.



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